Todos os leitores assíduos deste blog já sabem do meu amor reprimido pelo meu cursinho, que eu apelidei carinhosamente por inferninho!
Um conselho que dou e darei sempre a todas as pessoas que eu conheço é:
NUNCA FREQUENTE UM CURSINHO NA SUA VIDA!
Não que eu seja contra àquelas que gostam; e.. participo do clube : "Eu odeio cursinho pré-vestibular", na qual eu sou a presidente oficial.
Bom, no cursinho, (a depender de cada cidade), as salas são lotadas, ninguém te conhce, não tem quaisquer motivação, as pessoas não falam outro assunto a não ser vestibular, que curso você quer, que universidade vai querer, quanto vai ganhar quando se formar e entre outras inúmeras coisas chatas que nem vem mais ao caso. Cobram por seu estudo, na qual não se tem nenhuma motivação, se está cansado ou se quer dormir um pouco mais, lhe criticam. Sem falar de como os professores lhe põe pra baixo, lhes acusam por falta de inteligência da sua parte e ainda o pertubam por não terem passado no vestibular ainda. Contão-lhe lorotas, fazem piadas sem graça, (e ainda querem que você ria), o pior de tudo nem é tanta mentira, e simmplesmente eles contarem a mentira que nem se vê em filmes e quer que você acredite sem nem pestanejar. Véi, com certeza eu mereço e estou pagando por meus pecados agora!
Contando da minha deprimência, bom, eu estudei um ano inteirinho. Por duas vezes em dois turnos tive aulas, manhã e noite. Chorei, ri, briguei, discuti, adoeci, preocupei minha mãe, desmaiei e não passei. Ainda tive de ouvir que fui fraca, gastei dinehiro e fui chamada de burra indiretamente.
Mas ninguém reconheceu por tudo que passei. Primeiro, eu só fiz apenas dois vestibulares, (na qual um eu não queria entre os dois), peguei uma virose na véspera do vestibular da UFBA (Universidade Federal da Bahia) e ainda fui aceita na UBA (Universidade de Buenos Aires).
Aí vocês pensam: "essa menina é doida, ela não escreve comédia?". Eu lhes conto:
CANSEI, REVOLTEI, DESISTI, ME HUMILHEI, JÁ CHOREI!
Enfim! Eu não aguento mais essa vida chata de ter que sair todos os dias a noite pra um lugar que eu não gosto, numa cidade perigosa, num cursinho chato, com pessoas chatas, com professores chatos. ponto final, só estou nessa vida porque não tenho escolha!
Mas... sem deixar de ser dramática. Alguém tiver precisando de uma escritora assim do meu porte, eu estou aceitando emprego e alguém quiser casar eu também estou disponível, mas só se for pra eu ser sustentada.
PS: Adrienne está cansada, está roxa de inveja de seus amigos universitários e quer urgentemente entrar em uma faculdade!
Desculpem o drama. mas revoltei!


